
Para a briga no segmento mais abaixo, contra Logan e Prisma, a fábrica mantém a versão Fire, que continua com a cara antiga.
Se a intenção era colocar o visual do Siena um degrau acima do Palio, o objetivo foi alcançado. Os fárois de dupla parábola, inspirados no do Croma, trazem mais requinte, em conjunto com os pára-choques e pára-lamas exclusivos. Na frente, só o capô é igual ao Palio.
Na traseira, as lanternas afiladas invadem a lateral e lembram o Alfa 159 - assim como a tampa traseira lisa. Os frisos cromados na lateral e nos nos pára-choques são itens de série em todas as versões, desde a ELX até a HLX.
Internamente ele é mais parecido com o Palio, com painel, comandos e volantes idênticos ao Palio. O rádio lê mp3 e possui conexão Bluetooth e entrada para iPod e USB no porta luvas.
O Siena vai inaugurar dois novos motores: 1.4 Fire, com 85/86 cavalos, mesmo que equipa o Punto, e uma evolução do 1.0, que ganhou 8 cavalos. A impressão geral é que o carro ficou mais esperto, mas é bom não se iludir com esse pequeno ganho. Basta ligar o ar-condicionado para você encarar a realidade de estar a bordo de um carro 1.0.
Não há dúvida que o Siena subiu na vida, mas para encarar as ladeiras, ele ainda demora mais um pouquinho. A versão ELX 1.0 custa a partir de R$ 33 600,00, a ELX 1.4, R$ 36 600,00, e a HLX 1.8, R$ 44 850,00.
Leia a reportagem completa na edição de novembro da revista QUATRO RODAS.










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